“Desculpa se minha sinceridade te fere, te julga, te oprime ou te irrita, mas sinceramente… Hoje eu não espero mais nada de você. E quando digo hoje, não me refiro ao dia, mas a vida, ao tempo, a linha tênue entre nascer e morrer. Suas atitudes foram infantis, indignas de serem ditas que pareciam com as de um homem; sua indiferença me matou pouco a pouco todos os dias, me fazendo ficar cada vez mais fraca, sozinha, indecisa, louca, literalmente. Mas aí eu vi o sol nascer pra mim, e percebi que ficar rastejando por um par de sapatos não vale a pena. Se existem tantos outros no mundo, por que se fixar em apenas um? Existem outros modelos, formas, cores, tamanhos, e há no mundo, algum que se encaixará perfeitamente junto aos meus saltos altos. E pode ter certeza de que esse “algum” ou “alguém” não é você. Nunca foi. Aliás, onde eu estava com a cabeça quando me apaixonei por você?